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Jun 22, 2020

Extremismo y humanidad: Vídeo

Vídeo de la conferencia y debate de Gonçal Mayos sobre "Extremismo y valor humano" en el 2º Webvinário Covid-19: EMBATES HUMANOS. Modera el Juez Desembargador do TRF4, Dr. Fernando Quadros da Silva.

Será el jueves 25 de junio a las 11 horas de Brasil y las 16 horas de Barcelona.

Jun 14, 2020

ODIO Y POLÍTICA. VÍDEO

Video del debate telemático "O ódio à política e a política do ódio" con el Prof. Dr. Gonçal Mayos (UB), la Prfa. Dra. Karine Salgado (UFMG) y el Prof. Msc. Daniel Capecchi Nunes (UFRJ), moderado por el Prof. Dr. Philippe Oliveira de Almeida (UFRJ). 

Jun 6, 2020

AMOR I MONSTRE: ENTRE DIFERÈNCIA I SIMILITUD


L’amor neix de la similitud? L’igual estima l’igual? O més aviat la més gran adoració només brolla quan -en mig de l’idèntic i sobre la seva proximitat tranquil.litzadora- destaca una subtil diferència que ens corprèn?

Sens dubte l’estimació requereix una certa proximitat i semblança. Mentiríem si diguéssim el contrari. L'amor entre els que són absolutament diversos és un conte de fades. 

Dec 22, 2019

RECONSIDERAR A TORTURA??

Sobre Vingança, Discurso de ódio & Tortura nos oferece uma detalhada fenomenologia e sociologia desses fenômenos complexos. Em sua análise, o professor Simões assume a condenação moral da vingança, ódio e - evidentemente – da tortura.

É por isso que ele se concentra em analisar como - apesar da rejeição ética - múltiplos fenômenos de vingança, práticas de discurso de ódio e tortura persistem em nossas sociedades. Indo um pouco além, ele se questiona sobre sua condição de possibilidade e por que algumas de suas práticas mais abjetas são executadas mesmo em regimes que se pretendem democráticos.

Dec 19, 2019

CORTE O CÍRCULO DE ÓDIO, VINGANÇA E TORTURA

A racionalização da vida sob o estado moderno prometeu cortar a interminável dinâmica social das vinganças, ódios, ofensas e tortura. A Organização das Nações Unidas globalizou essa mesma aspiração, incluindo guerra, extermínio, limpeza étnica, genocídio...

Mas, como Mauro Cardoso Simões observa em Sobre Vingança, Discurso de ódio & Tortura, estamos diante de barbáries desumanas que persistem, embora muitas vezes de maneiras encobertas. E, portanto, devem ser pensadas profundamente. Além da vingança, o discurso de ódio ou a tortura não foram plenamente eliminados hoje. Sobrevivem perturbadoramente, são justificados e até renascem com força incomum.


Dec 18, 2019

ÓDIO, OFENSA, TORTURA E VINGANÇA: DIALÉTICA INFERNAL

O bêbado confessa: “Eu bebo para esquecer!” Mas, quando perguntado, o que é que ele odeia tanto e que precisa perder de vista tão obsessivamente? Ele tem razão em lembrar que, acima de tudo, deve esquecer a tortura resultante de beber! 

O suposto remédio tornou-se o principal desconforto, dor e doença. Obscurece qualquer outra causa que houvesse. O que começou como uma fuga de uma realidade torturante, perde qualquer referência externa e se torna uma autotortura infinita.

Algo semelhante acontece com a vingança, o ódio e a tortura.

Dec 16, 2019

TORTURA ¿RECONSIDERARLA?

Sobre Vingança, Discurso de ódio & Tortura nos ofrece una detallada fenomenología y sociología de esos fenómenos tan complejos. En su análisis, el profesor Simões da por supuesta la condena moral a la venganza, al odio y –evidentemente- a la tortura. 

Por eso se centra en analizar cómo –a pesar del rechazo ético- persisten múltiples fenómenos de venganza, discursos de odio y prácticas de tortura en nuestras sociedades. Yendo un poco más allá, se cuestiona por su condición de posibilidad y por qué algunas de sus prácticas más abyectas son ejecutadas incluso en regímenes que se pretenden democráticos.

CORTAR EL CÍRCULO DE ODIO, VENGANZA Y TORTURA

La racionalización de la vida bajo el Estado moderno prometía cortar las interminables dinámicas sociales de venganzas, odios, ofensas y torturas. La Organización de las Naciones Unidas globalizaba esa misma aspiración incluyendo la guerra, el exterminio, la limpieza étnica, el genocidio… 

Pero como constata Mauro Cardoso Simões en Sobre Vingança, Discurso de ódio & Tortura, estamos ante barbaries inhumanas que persisten, si bien muchas veces de maneras solapadas. Y por tanto deben ser pensadas profundizadamente. Además l
a venganza, los discursos de odio o las torturas no han sido eliminados plenamente hoy. Perviven inquietantemente, son reivindicados e incluso rebrotan con fuerza inusitada.

ODIO, OFENSA, TORTURA Y VENGANZA: DIALÉCTICA INFERNAL

El borracho confiesa “¡Bebo para olvidar!”. Pero, cuando le preguntan ¿qué es eso que tanto odia y que necesita perder de vista tan obsesivamente?, solo acierta a recordar que sobre todo ¡precisa olvidar la tortura resultante del beber! 

El presunto remedio se ha convertido en el malestar, el dolor y la enfermedad principales. Oscurece cualquier otra causa que hubiera. Lo que se inició como escape ante una realidad torturante, pierde cualquier referencia exterior y se convierte en una autotortura infinita.

Algo parecido sucede con la venganza, el odio y la tortura. 

Nov 22, 2015

TURBOGLOBALIZZAZIONE E PENSIERO UNICO: IL TERRORISMO COMO ESEMPIO

Senza dubbio oggi siamo soggetti ad una progressiva turboglobalizzazione sempre più impattante in tutti gli ambiti della vita quotidiana. Per questo anche il terrorismo è divenuto globale e segna le nostre vite in una angosciosa “estimità” (una richiesta di effige d'intimità  resa pubblica all'ennesima potenza).
Riassumendo alcuni momenti topici possiamo ricordare che la brutalità dell'11 settembre del 2001 è stato solo l'inizio. Come nei peggiori momenti della “Guerra fredda” si è entrati in una dialettica di azione-reazione, e in una chiara  dinamica turboglobalizzata. Oramai non avviene più a mo' di scambi tra spie in luoghi segreti (come ad esempio, Il terzo uomo), ma sull'estimità", piena di insidie,  dei mezzi di comunicazione globali.

Lo scontro di civiltà di Huntington continua nel “terrorismo globale”  "alimentandosi sia della "società del simulacro di "Baudrillard che dello “schermo globale” di Lipovetsky. La vecchia “scacchiera bipolare” è stata sostituita da  un sistema geopolitico e mediatico molto più complesso, dove tutti quanti competono per il potere, le armi, il petrolio, il denaro, la visibilità oltre che per imporre il proprio punto di vista agli altri.


In questo complesso i notiziari dei  grandi network televisivi sono ancor più decisivi degli eserciti, dei droni e molto più importanti- purtroppo- della perdita di vite umane di ogni fazione. La CNN, insieme ad altri canali d'informazione, compete con Al Jazira per conquistare l'egemonia nel sempre più onnipresente internet e nei nuovi sociali network.

Nov 19, 2015

TURBOGLOBALIZACIÓN Y PENSAMIENTO ÚNICO: TERRORISMO COMO EJEMPLO



Sin duda hoy nos domina una acelerada turboglobalización cada vez más impactante en todos los aspectos de la vida cotidiana. Por eso incluso el terrorismo ha devenido “global” y marca nuestras vidas en una angustiosa “extimidad” (un pretendido simulacro de intimidad fácilmente publicitado hasta el infinito).

Sintetizando algunos momentos clave, podemos recordar que la brutalidad del 11 de septiembre del 2001, fue sólo el inicio. Como en los peores momentos de la “Guerra fría” se entró en una dialéctica de acción-reacción en una clara dinámica turboglobalizada. Ya no se producía en la oscuridad de los antros e intercambios de espías (p.e. la Viena de El tercer hombre), sino en la muy tramposa “extimidad” de los medios globales de comunicación.

El choque de civilizaciones de Huntington pervive en el “terrorismo global” alimentándose tanto de la “sociedad del simulacro” de Baudrillard como de la “pantalla global” de Lipovetsky. El viejo “ajedrez bipolar” ha sido sustituido por un mucho más complejo “tablero” geopolítico y mediático, donde todo el mundo compite por poder, armas, petróleo, dinero, visibilidad y por imponer su propio discurso al de los demás.  

E
n él las grandes cadenas “de noticias” son tanto más importantes que las divisiones, los drones y mucho más que –tristemente- las pérdidas humanas de cada bando. Con muchas otras agencias, la CNN compite con Al Jazira y, todas, intervienen con voluntad hegemónica en la cada vez más omnipresente Internet y las nuevas redes sociales.


Jun 26, 2015

VIOLÊNCIA DE GÊNERO, INTERCULTURALIDADE E INTERDISCIPLINARIDADE


Para além do processo interconstitucional europeu e do possível ativismo judicial, a violência de gênero, os livros mencionados e o projeto Epogender também se inscrevem num marco intercultural. Pois inevitavelmente devem contemplar as diversas mentalidades, culturas e filosofias dos direitos humanos, com especial impacto em sua efetiva proteção jurídica e sua percepção social. Laura Roman (2015: 25) destaca que “convém estender ao máximo tanto os parâmetros de estudo como a própria linguagem pois só com estas licenças, isto é, desde uma óptica transversal e holística, poder fazer a um problema que transpassa fronteiras, cuja complexidade requer algo mais que uma intervenção marcada a todos os níveis para o combater, além do compreender”.

Todos sabemos que as constituições dos Estados membros da União Européia respondem de alguma maneira às diversas mentalidades sociais, culturais cosmovisionais. Isso é especialmente claro quanto à violência de gênero, é também uma dificuldade que não se reduz somente a isso. Intuímos inclusive que, unicamente se as diversas mentalidades sociais dialogam e se interculturalizam realmente, avançarão no processo interconstitucional europeu e trarão algo mais profundo que uma mera associação de Estados, de mercados e mercadores. Só então, serão geradas leis e organismos realmente arraigados na população europeia que poderão ser considerados como instituições próprias e com uma indiscutível legitimidade democrática. Por tanto, interconstitucionalidade e interculturalidade se implicam e retroalimentam profundamente.

Jun 21, 2015

ATIVISMO JUDICIAL E PROTEÇÃO ÀS VÍTIMAS


Em nosso mundo turboglobalizado, inevitavelmente, a proteção contra a violência de gênero deve inscrever-se dentro dos diversos marcos jurídicos implicados (nacional, regional, local, europeu e também internacional ou de governo mundial). E por isso temos de tratá-la como uma complexa análise multinível, tal como a desenvolvida pela Dra. Freixes, a qual comenta sobre a necessidade de garantir a segurança das vítimas de violência de gênero tem obrigado (2015: 14) a “que a União Europeia tenha tido que abordar o problema, ainda sem dispor de base jurídica direta nos Tratados, mediante instrumentos tangenciais, como é o da ordem de proteção, fundamentada na cooperação jurídica em matéria penal.”

Precisamente por isso, as pesquisadoras do projeto Epogender (2015: 14) se esforçam por fazer possível que se garanta dentro da União Europeia, ao menos com respeito às medidas de proteção das vítimas de violência de gênero, que “o que um juiz tem decidido num Estado também seja levado em consideração em outro”. Superando os estágios iniciais de “soft law” com (2015: 15) “instrumentos de hard law, isto é, mediante normas que tivessem eficácia jurídica dispositiva”, os Estados membros da UE (2015: 16) “tem que adaptar seu regulamento interno ao que se estabelece nesta Diretiva 2011/99/UE, buscando um termo médio comum comunitário. Para isso, terão que estabelecer os mecanismos processuais apropriados, designar as autoridades de contato e assegurar o efetivo cumprimento das medidas de proteção que se incluam na ordem. ”

Jun 20, 2015

A PROTEÇÃO CONTRA A VIOLÊNCIA DE GÊNERO



A violência de gênero é uma realidade terrível que está tão presente nos dias atuais, mas ainda é pouco visibilizada. Por isso, Laura Román (2015: 25s) sustenta que “O DNA patriarcal e androcéntrico que caracteriza as nossas sociedades tem ocultado esta marca baixo o ecrã do anonimato e, de uma mal compreendida intimidação pessoal e familiar que tem revestido de imunidade o âmbito privado. Um confinamento sustentado à base de medo, do temor à rejeição e da dificuldade de transgredir as pautas culturalmente estabelecidas com um resultado perverso: o da vítima re-vitimizada pela institucionalização do silêncio.”

Habitualmente a violência de gênero está tão presente no lar, na intimidade e nos vínculos familiares bem como na vida pública. Vai desde a subordinação ou a discriminação comumente aceitas, até a agressão mais gratuita, desatada e brutal. Parece que se vincula ao desejo, ao mesmo tempo que ao desprezo e ao ódio para com quem se precisa e se deseja. Báscula entre a rejeição que nega todo o reconhecimento e a compulsão por possuir absolutamente a uma pessoa. Está associada tanto à brutalidade para manter alguns privilégios, quanto à destruição consciente de quem os garantia, antes de que se admita que estes não são legítimos ou que serão perdidos.

Jun 1, 2015

PROTEGER DE LA VIOLENCIA DE GÉNERO


La violencia de género es una realidad terrible que está tan extendida como poco visibilizada. Por eso Laura Román sostiene que “El ADN patriarcal y androcéntrico que caracteriza a nuestras sociedades ha ocultado esta lacra bajo la pantalla del anonimato y de una mal entendida intimidad personal y familiar que ha revestido de inmunidad el ámbito privado. Un confinamiento sustentado a base de miedo, del temor al rechazo y de la dificultad de transgredir las pautas culturalmente establecidas con un resultado perverso: el de la víctima revictimizada por la institucionalización del silencio.”

Habitualmente la violencia de género está tan presente en el hogar, la intimidad y los vínculos familiares como en la vida pública. Va desde la subordinación o la discriminación comúnmente aceptadas hasta la agresión más gratuita, desatada y brutal. Parece que se vincula al deseo, a la vez que al desprecio y al odio hacia quien se necesita y se desea. Bascula entre el rechazo que niega todo reconocimiento y la compulsión por poseer absolutamente a una persona. Está asociada tanto a la brutalidad para mantener unos privilegios, como a la destrucción consciente de quien los garantizaba antes de que admitir que éstos no son legítimos o que va a perderlos.

La violencia de género se alimenta tanto del que dirán y de los prejuicios sociales como de la voluntad de mantener una situación personal cómoda y privilegiada. Arraiga pues en pulsiones muy íntimas y personales, al tiempo que en determinaciones sociales, y siempre tiene inevitables concomitancias políticas y jurídicas. Por eso Laura Román destaca que los diversos tipos de violencias contra la mujer (físicas, sexuales y psicológicas) “se pueden manifestar tanto en el seno de la familia como en el de la comunidad en general y pueden ser toleradas o incluso perpetradas por el Estado.“

Jan 23, 2015

DIALECTICAS DE ODIO Y EMPATÍA


Los conflictos sociales más persistentes y terribles suelen vincularse o –incluso- partir de complejas dialécticas de odio. A pesar de que siempre han preocupado y que muchos pensadores las han investigado, aún nos sorprende su fuerza y la dificultad para controlarlas. Son fenómenos muy antiguos y reiterativos a lo largo de toda la historia humana. Pero no parece que la modernización o el progreso tecnológico-material hayan reducido el número, impacto y virulencia de las dialécticas sociales de odio. En muchos aspectos incluso parece que las han hecho más bárbaras y radicales.
Eso ya había sorprendido y dado mucho a pensar a Horkheimer y Adorno Dialéctica de la ilustración, y muchos otros pensadores afectados por esa “era de las catástrofes” (en acertada expresión de Eric Hobsbawm), el holocausto, los gulags, la shoah, los exterminios, los genocidios, limpiezas étnicas… ¿Los conflictos y los discursos de odio se han hecho más virulentos en los últimos siglos? ¿Por qué? ¿Qué causas o circunstancias concomitantes los fomentan? ¿Tiene razón Carl Schmitt en sintetizar el hecho político en el agonismo entre amigos y enemigos, nosotros y ellos, otros-como-yo y otros-que-yo? 
Ya solo con lo que llevamos diciendo, es indudable que la conflictividad vinculada a discurso del odio es algo que nos debe preocupar muchísimo, hoy en día y en todas partes del mundo. También los discursos y conflictos del odio turboglobalizados son uno de esos crecientes peligros que según Beck (traspasado hace el 1-1-2015) devienen crónicos en la actual “sociedad del riesgo.
Seguramente por ello, incluso han relegado la cuestión clásica de orden inverso que inquiere por los mecanismos y dialécticas que fomentan la empatía o la philia sociales. Aristóteles decía que la philia (algo más complejo que simplemente "la amistad") era el "cemento" que mantenía unida la polis, la ciudad-estado griega.

Debemos analizar conjuntamente los mecanismos sociales y discursos ideológico-políticos del odio y de la empatía. Pues muchas veces están profundamente vinculados (aunque no del todo explícitamente) y por eso solemos decir que con ciertas cosas mantenemos una relación de “amor-odio” (Hassliebe, dicen en alemán). Ambos mecanismos son de enorme relevancia humana, social, política, biológica, histórica… y –además- devienen dispositivos sociales que pueden equilibrarse. Aquí hay una gran esperanza para superar la barbarie y la guerra tan endémicas –parece- en la especie humana y en la modernidad.