Apr 1, 2017

DERECHOS HUMANOS: MACROFILOSOFÍA SOCIAL


Los Derechos Humanos (DDHH) se han convertido en uno de los pocos “discursos” práctica y universalmente indiscutidos en la actualidad. Incluso se han convertido en un tópico que todo el mundo usa acríticamente. Así se olvida la ardua lucha que significó formular, promulgar y -¡aún más!- hacer respetar cada uno de ellos. Eso es algo todavía no conseguido, pues aún estamos en pleno conflicto para conquistarlos y todavía tenemos que esforzarnos mucho para atrevernos a pensarlos y a exigirlos.

 

Para intentar que volvamos a comprender el valor inestimable que los DDHH contienen, apuntaremos brevemente algunos marcos macrofilosóficos que nos devuelven su sentido social e histórico. Más allá de las famosas generaciones de derechos, pero sin duda vinculados con ellas, apuntaremos tres grandes acontecimientos revolucionarios que marcaron decisivamente su formulación:

En 1689 con la lucha de una ciudadanía vinculada al parlamento y sus representantes en contra del absolutismo monárquico. En 1776 con la lucha por la independencia de una ciudadanía que se descubre nacional y reclama su soberanía respecto una potencia colonial y extranjera. En 1789 cuando los “derechos del ciudadano” (pero todavía no de la ciudadana mujer) tienden a ser explícitamente también “derechos humanos” que  propugnan una “dignidad humana” universal.


Además destacaremos que la Declaración de 1948 surge de la “era de las catástrofes” en un contexto que potencia los DDHH porque las ansias de libertad parecen imponerse momentáneamente en su flujo pendular (Bauman) al impulso de seguridad. Finalmente nos inquiriremos críticamente por el impacto que puede tener en el respeto de muchos DDHH que nos adentremos en una inquietante etapa donde la seguridad parece imponerse a la libertad. ¿Seremos capaces de continuar vindicando y desarrollando los DDHH en esas preocupantes circunstancias de la actual crisis global?

Release de G. Mayos (Zirlene Lemos): Na quarta-feira, 12, às 18h, Mayos fará uma palestra no programa de pós-graduação intitulada 'Macrofilosofia social dos Direitos Humanos'. Os Direitos Humanos é um dos poucos assuntos discutidos universalmente na atualidade, porém tem sido convertido a um tópico discutido acriticamente, pois estamos enfrentando muitos conflitos para conquistá-los", comenta. 

Na conferência ele explica que vai discorrer sobre alguns marcos macrofilosóficos sociais e históricos, apontando três grandes acontecimentos que marcaram decisivamente sua formulação. "Em 1689 com a luta de uma cidadania vinculada ao parlamento e os seus representantes contra o absolutismo monárquico; em 1776 com a luta pela independência de uma cidadanía que reclama sua soberania diante de uma potência colonial e estrangeira e em 1789 quando os "direitos do cidadão" [mas não o direito pela cidadania das mulheres] se convertem em direitos humanos, promulgando uma dignidade humana universal".

As atividades são abertas ao público, com necessidade de inscrição prévia preenchendo o formulários disponível em
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_0zitaJdCB7ZgUs1_JLHwwlLRxWvebz2Yz-n7Cqp5ZyikaA/viewform

https://www.evensi.com/goncal-mayos-na-fdce-ufmg-faculdade-de-direito-e-ciencias/204746677Gonçal Mayos na FDCE UFMG (Minas Gerais, Brasil)

Palestra no programa de pós-graduação em Direito. Tema:


 Macrofilosofia social dos Direitos Humanos
12/04 | Quarta-feira | 18h
 

LOCAL: Os eventos acontecerão no SALÃO NOBRE da Faculdade de Direito e Ciências do Estado.
O salão está localizado no quarto andar do prédio da pós-graduação.

OBS: Os dois eventos são abertos para todos os públicos. Não será necessário se inscrever previamente.


Organização:
Colegiado do curso de Ciências do Estado
Programa de Pós-Graduação em Direito da UFMG
Revista de Ciências do Estado

Apoio:
Centro Acadêmico de Ciências do Estado
 



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