É vital o “direito à cidade” mas hoje um
novo tipo de labirinto pós-industrial
impede o empoderamento cidadão. Vemos o porquê e apontamos como capacitar (empoderar) nessa situação. Temos de distinguir o capitalismo fordista-taylorista e o pós-industrial
cognitivo. Analisaremos seus diferentes empoderamentos e alienações,
especialmente para a emigração rural. E vamos indicar linhas de empoderamento.
Partiremos do “direito à cidade” (Henri
Lefebvre, David Harvey), pois a cidade é o âmbito social mais
concreto, compacto e próximo à vida quotidiana das pessoas. É o acesso real,
próximo e por antonomásia à civilização, à cidadania, aos direitos civis e
políticos (“civitas”, “pólis”). Só na cidade pode ser pensada a interação (sem
complexos mecanismos de representação) de acordo com todas as facetas humanas:
de convivencia, produtivas, culturais, educativas, decisões políticas, etc.



