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Jul 4, 2019
VÍDEO: EMOCIÓ, SEXE I GÈNERE
Jun 20, 2019
Transformacions socials en les subjectivitats per la hiperacceleració de la vida
Transformacions socials en les subjectivitats per la hiperacceleració de la vida
Què fa la hiperacceleració amb l'experiència, les relacions socials i la gent?
Què fa la hiperacceleració amb l'experiència, les relacions socials i la gent?
Què ha canviat en les nostres vides des que els dispositius
digitals i connectats s'han integrat a la nostra vida i inclús al nostre cos?
Què vol dir pensar,
ara que la turbodigitalització ens ha capturat?
Jun 11, 2019
KANT: FILÓSOFO REALISTA DE LA PAZ
Contra el tópico, la
paz no ha sido un habitual tema de la filosofía. ¡Aún menos ha sido una
cuestión que los filósofos hayan tratado
realistamente y en términos colectivos! Dos tendencias han sido las más
habituales:
Por una parte se ha deseado tanto la paz que se la ha
imaginado con los más engalanados ropajes de la fantasía. Es decir se la ha
postulado sin tener en cuenta que se la estaba definiendo como un ideal
imposible y utópico. Freud diría que
se ha impuesto el principio del placer
por encima del principio de realidad, con lo cual se ha fantaseado con una
paz idílica e inexistente.
Por otro lado se ha sufrido tanto por la ausencia de paz
que se ha sacrificado todo por ella. Especialmente se ha prescindido del Otro y de la necesaria componente colectiva
de la existencia propiamente humana. Entonces, los doloridos humanos
aterrorizados por la guerra y la discordia suelen tender a apartarse de la
sociedad (y también de la realidad) para aislarse.
Jun 5, 2019
¿TECHO DE CRISTAL DEL BRASIL?
Es el
momento álgido de la Guerra fría, pocos años después de la construcción del
muro de Berlin y por tanto del radical cierre del “telón de acero” y de la
crisis de los misiles cubanos. Con el apoyo de los Estados Unidos donde el
presidente Kennedy fue asesinado pocos meses antes, se impone en Brasil una
dictadura militar que durará de 1964 a 1985.
Bajo el efecto adormecedor de los éxitos de Pelé y la Canarinha, el gobierno del país con más católicos del mundo y patria de reconocidos teólogos de la Liberación como Leonardo Boff parece dar momentáneamente la espalda a los aires de reforma que presiden el Concilio Vaticano II y se mantiene políticamente alejado del influjo internacional de movimientos como la revolución cultural maoísta y los llamados “Mayos de 1968”.
Bajo el efecto adormecedor de los éxitos de Pelé y la Canarinha, el gobierno del país con más católicos del mundo y patria de reconocidos teólogos de la Liberación como Leonardo Boff parece dar momentáneamente la espalda a los aires de reforma que presiden el Concilio Vaticano II y se mantiene políticamente alejado del influjo internacional de movimientos como la revolución cultural maoísta y los llamados “Mayos de 1968”.
May 25, 2019
UNIVERSIDADES E ESCOLÁSTICA
Ainda que seja palpável que a
Revolução científica e a filosofia moderna se originaram em grande medida fora
das universidades, estas representaram um importante e dinâmico fator
diferencial no que diz respeito a outras tradições. Ademais, tal impulso se
transmitiu a outros âmbitos, quando as universidades escolásticas se tornaram
ultrapassadas a partir do século XV. Pois a universidade medieval tinha
uma
existência jurídica de corporação que a distinguia como comunidade na qual os
estudiosos costumavam gozar de liberdade para debater ao seu alvedrio [e que]
as autoridades religiosas e políticas toleravam somente porque não podiam
esmagá-la em uma Europa fragmentada. A sobrevivência das universidades
proporcionou aos cientistas europeus uma comunidade que os apoiava e não
encontrava paralelo em nenhuma outra parte do mundo. A Europa já dispunha de
mais de 100 universidades em 1500.[i]
SABER ERUDITO-TEÓRICO E DA PREDICAÇÂO SOCIAL
Como
vimos, embora as universidades medievais tenham nascido como estratégia para
ganhar liberdade e peso social que lhes desse mais autonomia, seu crescente
impacto incitou o Papado e a cada vez mais centralizada Igreja católica a
querer controlá-las. Esse conflito animou, por um lado, um profundo debate
filosófico; porém também implicou que as práticas efetivas da universidade
tendessem a fossilizar-se e que a “escolástica” adquirisse uma rigidez que antes
não havia tido.
Adiante, a filosofia universitária
será cada vez menos uma autêntica e livre forma de vida, passando a ser cada
vez mais um saber sistemático baseado em um cânone muito concreto e limitado de
textos e práticas intelectuais. Assim a lectio
será cada vez mais um estrito, “magisterial” e pouco participativo comentário
de umas muito concretas e estipuladas autoridades e livros.
INTERIORIZAÇÂO, SUBJETIVAÇÂO E DESSACRALIZAÇÂO DA CULTURA
Ao final da Idade Média se produz
outro significativo fenômeno que, muitas vezes, não se valoriza
suficientemente: a leitura, antes feita em voz alta, passa a ser silenciosa.
Isso é signo de uma grande mudança na mentalidade e na relação individual com a
cultura e com a ideologia.
Recordemos que a primeira grande
expansão do cristianismo veio vinculado a um amplo movimento de aculturação
gerado a partir da circulação de uma série de textos bíblicos, neotestamentários
ou epístolas como as de Paulo de Tarso entre pequenas comunidades dispersas.
Estas estavam unidas pela leitura em voz alta e comentário comum desses
escritos compartilhados. Junto com a predicação, esta foi o principal vetor de
extensão do cristianismo.
ESCOLÁSTICA E MATEMÁTICAS
Também devemos considerar entre as
contribuições da escolástica (que às vezes são esquecidas) que – na segunda
metade do século XIV – o ensino das matemáticas penetra nas Universidades
(primeiro em Oxford e depois em Paris). Apesar da importância desse fato para o
desenvolvimento posterior da ciência e da técnica, não concordamos com Bertrand
Gille quando considera que essa “intrusão” da matemática no ensino escolástico
“representava claramente o triunfo da técnica”[i].
Pois na escolástica a matemática foi acolhida basicamente em sua vertente mais
teorética e pitagórica. Ora bem, a equiparação do trivium ao mesmo nível que o quatrivium
nos estudos universitários e na hierarquia dos saberes é uma clara contribuição
escolástica.
REVALORIZAÇÂO DA TÉCNICA E DO PRODUTIVO
Até a modernidade, incluindo a Idade
Média, foi outorgado aos saberes técnicos (techne),
produtivos (poiesis) e mecânicos (mechanomai) um pobre valor de verdade,
formativo e educativo. Eles foram menosprezados face à ciência (episteme), à práxis (política) ou mesmo à contemplação filosófica. Porém, desde
o final da Idade Média, ainda que geralmente em setores alheios à alta cultura
universitária, vai crescendo uma difusa mentalidade mais pragmática e que vai
reivindicando também os saberes artesanais, manuais, técnicos, produtivos e
mecânicos. Seguramente a moderna Revolução Industrial não teria sido possível
sem a sólida e relativamente nova aliança entre a nova ciência
físico-matemática e os estudos técnicos e as engenharias. Porém, a partir do
século XIX tal aliança se tornou tão poderosa que lhe é aplicável o neologismo
atual “tecnociência”.
MEDITAÇãO MONOTEÍSTA E METAFÍSICA
O esboço do modelo mínimo de
evolução acerca das (apesar de a Idade Média se construir sobre a destruição do
mundo) instituições e culturas medievais só foi possível graças à evolução e as
influências tardomedievais. Sem elas não seria possível entender o passo do
pensamento mitopoiético antigo (que, no entanto, persiste no mundo rural e na
maior parte da população medieval) ao mundo moderno dominado pela ciência e
pela técnica.
PASSAR DO MUNDO MEDIEVAL AO MODERNO
Para
começar traçaremos um modelo macrofilosófico mínimo que permita orientarmo-nos
um pouco no complexíssimo processo que permite passar do mundo medieval ao
moderno. Se trata de apontar a preparação medieval das condições históricas e
sociais que tornaram possível o chamado “avanço europeu” e o que se convencionou
chamar “o sistema dos 500 anos” (Chomsky). Com ele se intentará mostrar que
algumas inovações e influências medievais foram chaves para que fosse possível
a modernidade.
O “avanço” europeu se constrói sobre
os seguintes pilares básicos:
May 16, 2019
May 12, 2019
Vídeo: Deleuze i Guattari: Capitalisme i Esquizofrènia
Vegeu el vídeo de la conferència i debat posterior. Fou el dissabte 18 d'abril a les 11 hores a la Sala Verdaguer de l'Ateneu Barcelonès (Carrer de la Canuda, 6, al costat de Plaça Catalunya).
May 7, 2019
Curs: Polítiques del Desconcert
Som a l'era del
desconcert atesa la gran desorientació de la gent, dels intel·lectuals i
de la classe política. S'ha trencat el concert teòric, pràctic,
ideològic i de partits de després de 1989-1991. Lluites
constituents per concertar-imposar el futur marc global hegemònic amplifiquen
forces (p.e. tecnològiques) que escindeixen la societat i impulsen nous marcs antagonitzadors.
Les «polítiques del desconcert» són una
problemàtica global amb sorprenents lligams internacionals, que al
principi es generaren bàsicament des de les esquerres però que avui ho
fan des de la ultradreta.
Malgrat que falten coordenades
crítiques per orientar-se, hi ha una enorme
bibliografia generada en pocs anys. Podem comparar
el moment actual amb altres de similars, com els «desconcertants» anys
trenta, la caiguda del mur de Berlín i la URSS, l'11 de setembre de 2001 o
les guerres neoconservadores.
Noves
problemàtiques superen els eixos politicosocials de la
redistribució, del reconeixement i del xoc «nosaltres-ells». Es constaten dificultats creixents, com ara la fi del treball massiu, les tecnologies digitals, un nou equilibri geopolític... Cal reflexionar sobre les
possibilitats reals que les "polítiques del desconcert" ens obren per al futur a curt i mitjà termini.
Schopenhauer: El món com a voluntat i representació
Curs d'estiu de Els Juliols UB 2019.
Schopenhauer i El món com a voluntat i
representació van haver de lluitar en contra d'una forta incomprensió
abans de triomfar. Tot i haver-se guanyat un lloc prominent en la
història de la filosofia, encara avui és poc llegit, mal comprès i
víctima de simplificacions.
Així doncs, la seva aportació és molt més
rica i va més enllà de ser un intent (fallit o reeixit, segons els
intèrprets) de superar la crítica de la metafísica de Kant, ser la primera
introducció dins del pensament occidental d'idees clau de la reflexió
oriental i definir el marc vital des d'on sortirà Nietzsche i la seva resposta
al nihilisme.
May 5, 2019
CIUDAD, LIBERTAD, SALUD Y DESARROLLO
Hay una fórmula tardomedieval europea que decía que “el aire de la ciudad libera”. Era por las leyes y decretos que concedían libertad de movimiento a los siervos de la gleba que conseguían llegar a ciertas ciudades.
Así los siervos podían librarse de estar vinculados a la tierra toda la vida por los llamados “malos usos feudales”. Pues tenían que trabajarla como aparceros y no la podían abandonar sin permiso expreso de sus señores.
Esa “liberación” la daban las significativamente llamadas “villasfrancas” o “ciudades libres”, que poco a poco iban surgiendo en la Europa occidental y central. Es significativo que a finales de la Edad Media, las ciudades fueran los núcleos de una vida política más libre, aunque -como veremos- no siempre era más sana higiénicamente.
Así los siervos podían librarse de estar vinculados a la tierra toda la vida por los llamados “malos usos feudales”. Pues tenían que trabajarla como aparceros y no la podían abandonar sin permiso expreso de sus señores.
Esa “liberación” la daban las significativamente llamadas “villasfrancas” o “ciudades libres”, que poco a poco iban surgiendo en la Europa occidental y central. Es significativo que a finales de la Edad Media, las ciudades fueran los núcleos de una vida política más libre, aunque -como veremos- no siempre era más sana higiénicamente.
Apr 23, 2019
Violaciones de derechos humanos, poder y estado
Dos presentaciones-debate del libro:
Violaciones de derechos humanos, poder y estado, coordinado por los profs. André L. F. Dias (coord. Polos de Cidadania, UFMG) y Gonçal Mayos (UB). Vegeu el post: MACROFILOSOFÍA DEL CONFLICTO: DAMNIFICADOS LOCALES
Violaciones de derechos humanos, poder y estado, coordinado por los profs. André L. F. Dias (coord. Polos de Cidadania, UFMG) y Gonçal Mayos (UB). Vegeu el post: MACROFILOSOFÍA DEL CONFLICTO: DAMNIFICADOS LOCALES
Apr 16, 2019
CANVIAR Y RESISTIR AL PODER
El programa del XVI Coloquio macrofilosófico “Cambiar el poder y su hegemonia. Resistir en las políticas del desconcierto?” será:
Presentación de Gonçal Mayos “Nuevas bases del Poder y como resistirlas”
André Luiz Freitas Dias - Violencia Ética y Poder en el contexto de la minería en Minas Gerais, Brasil
Apr 9, 2019
VÍDEO: POESIA FILOSÒFICA VISUAL DE TONI PRAT
Quantes
vegades reproduïm el que odiem? El poema
visual ens sorprèn malgrat que és bastant
habitual, perquè reflecteix una profunda paradoxa. Sovint
no podem sinó repetir en altri allò que rebutgem en nosaltres
mateixos.
Se n'adona l'ocell que -en la seva gàbia- té el seu propi ocell engabiat? Respon a algun tipus de vana revenja? Es distreu del seu engabiament? Se li fa més suportable la pròpia situació, si aconsegueix tenir algú altre empresonat? Pateix menys si pot fer patir algú altre. O és l'únic que ha vist i concep?
M. E. Escher imaginava sovint imatges fractals on es reiteraven infinitament situacions d'aquest estil. La nostra vida quotidiana està plena d'aquestes situacions paradoxals. La poesia filosòfica visual ens obliga a adonar-nos-en.
Apr 8, 2019
MOVIMENTS SOCIO-POLÍTICS DELS 1960
Conferència i debat sobre "Vigència dels moviments socio-polítics dels anys 1960" amb Lluís Soler, sociòleg i bibliotecari, i Borja Muntadas, filòsof i economista. Presenta: Gonçal Mayos, assagista i filòsof (UB). El 27/04/2019 a les 11 hores a la Sala Verdaguer de l'Ateneu Barcelonès (C/ Canuda, 6 - 08002 Barcelona • Telèfon 93 343 61 21). Cicle “Liceu Maragall. Contra el Poder”.
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